O amor é indescritível.
Não consigo chegar aqui, nesta página vazia, e escrever uma dúzia de palavras que podessem dizer, ou ao menos definir o que é o ato de amar.
Já amei, não sei se continuo a amar; mas de uma coisa eu estou convicto: é bom, e ruim. Claro, e confuso.
Todas as coisas que você sente quando ama fazem com que o amor se torne confuso. São tantos pensamentos, tantas ideias. Um turbilhão de emoções.
Amar e ser respondido é maravilhoso. Perfeito. É como se pegássemos duas peças, e elas se encaixassem perfeitamente. A chave e a fechadura, e a porta aberta.
Contudo, amar e não ser correspondido é dor. Dói saber que você nutre um sentimento por outro, e este sentimento é largado ao espaço, infinito, vácuo.
Dói quando isto é reverso. Nos amam, mas não amamos. É igualmente, dor.
Por isso, escrevo. Tento ao máximo deixar por entre estas palavras todos meus sentimentos e angústias.
Esperando que eles cessem como uma vírgula, ou acabem como este ponto-final.
sábado, 1 de agosto de 2009
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